“É preciso sonhar o impossível, o possível todo mundo faz”

Diogo Vriesman deixou o emprego em Rondônia para tornar realidade o sonho de produzir leite nos Campos Gerais

Por Redação 02/12/2017 - 20:20 hs
Foto: FAEP

Um provérbio popular diz que ‘Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém’. No mundo dos negócios, bons exemplos e referências de sucesso também não fazem mal. Ao contrário, servem de inspiração. Na véspera da festa de premiação do Programa Empreendedor Rural (PER), a reportagem do Boletim Informativo encontrou um pecuarista de leite que é expoente na atividade. Com uma dose de gestão, um punhado de tecnologia, um montante de empreendedorismo e muito trabalho, Diogo Vriesman saiu do anonimato para alcançar o ápice. E ainda planeja chegar mais longe.

A trajetória de Diogo Vriesman na pecuária de leite é recente, mas de tirar o fôlego até mesmo dos maiores empresários do país. Há poucos anos, mais exatamente em 2010, Vriesman morava e trabalhava em Rondônia, a mais de 3 mil quilômetros de Carambeí, nos Campos Gerais, sua cidade natal. Apesar da distância, o projeto de vida do, hoje, pecuarista, estava focado na produção de leite, atividade que teve contato pela última vez no fim da década de 1990, quando o pai parou de produzir.

“A família do meu tataravô foi a segunda que chegou da Holanda na região. Desde aquela época já produziamleite. A atividade está nas origens da família. E eu sempre tive vontade de voltar e ter o
meu negócio próprio. Mesmo longe, eu dormia e acordava pensando no leite”, conta.

Com saudade de casa e certo de que o seu futuro era em meio às vacas leiteiras, Vriesman, em 2011, pediu as contas da empresa de nutrição animal na região Norte do país e retornou aos Campos Gerais, para num primeiro momento trabalhar como técnico da cooperativa Frísia. De forma paralela, alimentava o projeto do negócio próprio, quando recebeu um “empurrão” de um tio. Em março de 2012, começou, ao lado do primo, a produzir leite, pelo método tradicional, com 50 animais em uma área na Colônia Witmarsum, em Palmeira, também nos Campos Gerais.

 

 

Fonte: FAEP