Política FAKE NEWS

Denunciado por estupro Bettega do MBL e Líderes também do MBL , presos por corrupção atacam Deputado com denúncia FAKE.

Denunciado por estupro e derrotado na eleição se junta com Líderes do MBL que foram presos por corrupção e lavagem de dinheiro, o mesmo também é primo de deputado cassado "mamãe falei" João Bettega, faz denúncia FAKE contra o Deputado Estadual Boca Aberta Jr.

Por Assessoria de Imprensa

14/06/2022 às 19:47:42 - Atualizado há

Mais uma vez líderes do MBL que foram presos pela Polícia Federal por corrupção e lavagem de dinheiro atacam desta feita, agora o Deputado Estadual pelo Paraná.

A mais nova vítima é o Deputado Boca Aberta Jr, em mais uma denúncia Fake News e mentirosa por parte do primo do Ex-deputado cassado por fazer turismo sexual na Guerra da Ucrânia e dizer que as Ucrânianas "são fáceis, porque são pobres", "Mamãe Falei", João Bettega, candidato derrotado em 2020 à vereador pela cidade de Curitiba e atual Pré-Candidato a Deputado Estadual pela capital Paranaense.

Na ânsia e no desespero de ganhar holofote e mídia e ter popularidade para ter à projeção no pleito eleitoral em 2022, fez uma representação FAKE contra o Deputado, com denúncias infundadas e totalmente midiáticas, somente para tentar a projeção esperada por ele em nível Estadual para sua candidatura.

Procurado pela nossa redação (Veja Paraná) o Deputado Boca Aberta Jr disse:

"Começou a campanha", a Família Boca Aberta está entrando para o livro Recordes – Guinness Book, estou na minha Décima representação, todas elas arquivadas por serem denúncias Fakes, falsas e mentirosas, para mim é uma honra essa Décima Primeira representação, para mim, mais essa representacão, equivale ao troféu da Liga dos Campeões, por serem oriundas de bandidos travestidos de políticos, isso mostra que a Família Boca Aberta incomoda o sistema e está no caminho correto, na mão do povo, não na contra mão do povo!
Todas as Onze representações que entraram contra mim aqui na Assembleia ou no Judiciário foram todas arquivadas e vindas de candidatos derrotados nas eleições Municipais, Estaduais ou Federais. U m dos exemplos nesse caso, é o candidato derrotado a vereador por Curitiba João Bettega, que, diga-se de passagem, é um dos campeões de gastos na sua campanha eleitoral.

Para mim é uma honra ser representado por políticos ou seus paus mandados que foram todos derrotados em eleições, vagabundos que querem entrar na vida pública para ter somente benefício próprio, podem procurar, não existe nenhuma representação de uma pessoa comum do povo, de um trabalhador Paranaense, todas oriundas de bandidos travestidos de candidatos a algum cargo político, a Família Boca aberta continuará sempre trabalhando para o povo Paranaense, doa a quem doer, o sistema não aceita quem defende o povo! Disse o deputado.



''Campeão de gastos"


A incoerência e divergência em seu discurso político entram naquele ditado popular que diz "Faço que eu falo, mas não faça o que eu faço"

Em sua atual pré-campanha virtual para Deputado Estadual, o mesmo está fazendo uma vaquinha virtual divulgada em suas redes na data de hoje 14/06/2022, dizendo que não vai usar nenhum centavo de fundão, mas, em sua campanha de Vereador em 2020 pela capital Paranaense o mesmo gastou R$ 36.142,47 de fundo partidário, ficando comprovado assim, o ditado popular.


Em suas redes sociais BETTEGA que diz lutar "por uma política sem privilégios", omite o sobrenome do meio, no qual na verdade seu nome reals João de Mattos Leão Bettega. Curiosamente, trata-se de uma das mais tradicionais famílias da política do Paraná, atualmente representada pelo um Deputado Estadual Artagão Jr e o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, seu tio Artagão Mattos Leão, um dos cargos com o maiores Privilégios do Estado e Vitalício, João Bettega também é neto de um Ex-Prefeito de Guarapuava, Ex-Deputado Estadual e Ex-Senador. Parece que a política sem privilégios não é bem o exemplo dado por BETTEGA e a família.



B.O, denúncia de Estupro contra João Bettega do MBL.


Em 2022 o Ex-Deputado cassado Arthur do Val em áudio, diz que Ucranianas "são fáceis, pois são pobres" conhecido como Mamãe Falei, enviou áudios a colegas do Movimento Brasil Livre (MBL) com uma série de comentários machistas sobre as refugiadas Ucranianas.

Nas mensagens, às quais a coluna teve acesso, o parlamentar afirma que as refugiadas que ele encontrou na fronteira entre a Eslovênia e a Ucrânia "são fáceis, porque são pobres". Ele diz também que a fila de baladas brasileiras "não chega aos pés da fila de refugiados aqui".


"Vou te dizer, são fáceis, porque elas são pobres. E aqui minha carta do Instagram, cheia de inscritos, funciona demais. Não peguei ninguém, mas eu colei em duas "minas", em dois grupos de "mina", e é inacreditável a facilidade"

Em outro trecho das mensagens, o ex-parlamentar baixa ainda mais o nível e diz ter encontrado garota que, "se ela cagar, você limpa o c* dela com a língua".

"Mano, estou mal. Passei agora, 4 barreiras alfandegárias, duas casinhas pra cada país. Eu contei, são 12 policiais deusas. Que você casa e faz tudo que ela quiser. Eu estou mal, cara, não tenho nem palavras para expressar. Quatro dessas eram minas que, você, se ela cagar, você limpa o c* dela com a língua. Inacreditável. Assim que essa guerra passar, eu vou voltar para cá", diz o ex-deputado estadual.

Outro MBL envolvido em escândalo é Carlos Afonso, conhecido como Luciano Ayan, preso ligado ao MBL por espalhar FAKE NEWS sobre Marielle e Marcinho VP.


O empresário ligado ao MBL (Movimento Brasil Livre) Carlos Augusto de Moraes Afonso, preso por lavar dinheiro, foi o responsável por viralizar uma fake news que acusava Marielle Franco de ter mantido um relacionamento com o traficante Marcinho VP e com a facção criminosa Comando Vermelho.

Afonso é conhecido na internet como Luciano Ayan, pseudônimo que criou para evitar a relação de sua identidade com seu ativismo político, que ficou notório quando o MBL compartilhou uma matéria falsa sobre Marielle escrita pelo site Ceticismo Político, criado por Ayan em 2017.



Sócio de fundador do MBL Ayan ganhou notoriedade a partir da segunda eleição da então presidente Dilma Rousseff (PT), quando encampou a campanha pelo impeachment da petista, entre 2015 e 2016.

Em março de 2018, dez dias após o assassinato de Marielle, a página de seu Ceticismo Político foi derrubada pelo Facebook, que notou violação de suas normas. Até aquele momento, Ayan não havia revelado publicamente que se chamava Carlos Augusto de Moraes Afonso. Na mesma época, veio à tona a informação de que Ayan era sócio de um dos fundadores do MBL, Pedro D'Eyrot, em uma consultoria com sede no centro de São Paulo (até abril deste ano, seu nome permanecia no quadro societário).

Com a ascensão de Jair Bolsonaro à presidência e seu racha com o MBL, Ayan seguiu a orientação política do movimento conservador e passou a criticar o capitão reformado.

Procurado pela Redacão Veja Paraná até o fechamento da matéria João Bettega não retornou a ligação.


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