Governo editará decreto para tentar simplificar análise de benefícios no INSS, diz ministro

Segundo Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), decreto pode prever, por exemplo, redução no número de documentos. Governo também anunciou contratação de militares

Por Redação em 15/01/2020 às 11:09:24


Segundo Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), decreto pode prever, por exemplo, redução no número de documentos. Governo também anunciou contratação de militares da reserva para reduzir fila. Jorge Oliveira, ministro da Secretaria-Geral

Reprodução/GloboNews

O ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, afirmou nesta terça-feira (14) que o governo editará um decreto para tentar simplificar o processo de análise de pedidos de benefícios no INSS.

Segundo Jorge Oliveira, o texto do decreto foi enviado ao Palácio do Planalto nesta terça pelo secretário-especial de Previdência, Rogério Marinho, e passará pelos últimos ajustes de redação nesta semana.

Atualmente, cerca de 2 milhões de pessoas estão na fila à espera de resposta do INSS.

De acordo com o ministro, o decreto vai "desburocratizar" o atendimento e tornar "viável" a redução da fila.

Os detalhes ainda não foram divulgados, mas, conforme Jorge Oliveira, o decreto pode prever, entre outros pontos, redução no número de documentos pedidos e menos etapas no INSS para verificação e concessão de benefícios.

Governo vai chamar sete mil militares da reserva para agilizar a fila do INSS

Militares da reserva

Mais cedo, nesta terça, o governo anunciou a contratação de 7 mil militares da reserva para tentar reduzir essa fila (veja detalhes no vídeo acima).

"A ideia é que esses militares possam ingressar no atendimento, nos postos de atendimento, para permitir que os profissionais, que os funcionários do INSS nos ajudem na análise dos documentos, dos processos, e agilizem essa análise", declarou o secretário de Previdência, Rogério Marinho.

Cerca de 7,8 mil servidores do INSS fazem a análise de documentos para a concessão de benefícios.

Com a chegada dos militares, funcionários do INSS devem sair do atendimento e reforçar a análise. A expectativa é que o número de analistas chegue a 10 mil.

Camila Bomfim

Editoria de Arte / G1

Fonte: G1

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