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Paraná tem nove cidades no caminho da universalização do saneamento, segundo ranking do setor

O índice de atendimento com rede coletora de esgoto no Paraná é de 77%, sendo que 100% do esgoto é tratado. Ranking destaca Curitiba, Londrina, Fazenda Rio Grande, Cascavel, Foz do Iguaçu, Cambé, Maringá, Pinhais e Umuarama.

Por Redação em 15/06/2021 às 16:30:33
Londrina. Foto: José Fernando Ogura/ANPr

Londrina. Foto: José Fernando Ogura/ANPr

Curitiba e mais oito cidades do Paraná se destacam no Ranking ABES da Universalização do Saneamento como cidades que caminham efetivamente para a universalização do serviço. Isso equivale dizer que esses municípios estão muito próximos de terem 100% de atendimento com coleta e tratamento de esgoto, superando o novo marco legal do setor.

A nova lei estabelece como meta de universalização, para 2033, que 99% da população tenha acesso à água tratada e 90% seja atendida com esgotamento sanitário. Em todas as cidades em que a Sanepar opera, 100% dos moradores urbanos são abastecidos com água potável. No Estado, o indicador de coleta de esgoto é de 77%, com 100% de tratamento.

Conforme o ranking organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Curitiba foi classificada como a melhor capital brasileira em saneamento. Também é a única capital na categoria Rumo à Universalização. As outras oito cidades bem posicionadas na mesma categoria são Londrina, Fazenda Rio Grande, Cascavel, Foz do Iguaçu, Cambé, Maringá, Pinhais e Umuarama.

O diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, convidado para o evento, destacou a grande parceria entre a companhia, o Governo do Estado e os municípios, o que contribui para o desenvolvimento de projetos e obras. "O Paraná tem os melhores indicadores do País, mas, mesmo assim, a Sanepar e o Governo do Estado têm se desdobrado para chegar em níveis ainda mais altos. É um compromisso de saúde pública", disse.

INDICADORES – Em sua quinta edição, o Ranking ABES da Universalização do Saneamento analisa indicadores de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, coleta e destinação adequada de resíduos sólidos, identificando o quão próximo os municípios estão da universalização do saneamento. Apura ainda os impactos da ausência ou precariedade do saneamento na saúde da população.

O ranking edição 2021 reúne 1.670 municípios brasileiros que forneceram Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) as informações para o cálculo de cada um dos cinco indicadores utilizados no estudo, o que representa cerca de 70% da população do país. As 27 capitais brasileiras estão presentes no ranking.

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