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Estuprador e violento: saiba quem é o PM suspeito do sumiço de Larissa

Por Redação 01/08/2018 às 18:08:11

O policial militar Peterson da Mota Cordeiro, suspeito da morte da jovem Renata Larissa, de 22 anos, que está desaparecida desde o dia 27 de maio, sempre agia da mesma maneira para encontrar vítimas e pelo menos três já foram identificadas pela Delegacia da Mulher.

As procuras eram sempre via site e aplicativos de celular para encontros e relacionamentos. Mulheres jovens e que, inicialmente, se sentiam seguras por se tratar de um policial militar, mas era o contrário. "Até então eu estava com medo de sair com ele, mas ele dizia que eu não precisava se preocupar, pois ele era policial", disse uma das vítimas.

Depois de conseguir a confiança das jovens, o terror começava. Ele buscava as vítimas em casa e as levava para um lugar distante, onde as obrigava a tirar a roupa e as estuprava violentamente. "Eu lembro que eu poderia estar morta uma hora dessas", revelou a jovem. "Todo momento eu pensava que a hora que ele terminasse de fazer tudo que tinha vontade ia me matar".

Confira os detalhes de como o PM agia:


Recentemente a família de Renata Larissa afirmou que estava recebendo constantes ameaças desde que a jovem desapareceu e a irmã da jovem dizia que um policial estava envolvido no sumiço da filha. "Tem gente grande envolvida, muitas pessoas já afirmaram isso, não é achismo. Ligam de diversas regiões, até de Santa Catarina, e falam que tem policial envolvido, que foi queima de arquivo pois a Larissa sabia demais. Quando falamos isso para os investigadores, a resposta é sempre a mesma e ninguém faz nada", disse Jocilea Espíndola.

Antes tratadas como especulações, as ameaças faziam sentido, pois outras vítimas de Cordeiro relataram a mesma coisa. "Ele me falava que, se eu falasse para alguém, minha família, ia ver. Ele me ameaçou, ameaçou minha família", contou a vítima do policial.

Veja o depoimento da vítima:


 Após estuprar violentamente as vítimas, como uma forma de apagar todas as provas dos crimes cometidos, ele pegava os celulares, apagava todas as mensagens, chamadas, fotos e até o perfil das redes sociais. "Ele não conseguiu apagar as chamadas que fez para o meu celular e foi assim que consegui o número dele. Acho que foi Deus"

Fonte: Massa News, em Veja Paraná

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