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CBF rejeita pedido do Flamengo, e jogo contra o Palmeiras não deve ser adiado

A CBF não deve atender ao pedido do Flamengo para o adiamento do jogo contra o Palmeiras, no próximo domingo, 27, válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, [...]

Por Redação em 25/09/2020 às 10:15:55

A CBF não deve atender ao pedido do Flamengo para o adiamento do jogo contra o Palmeiras, no próximo domingo, 27, válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, após o surto de Covid-19 atingir o elenco. Segundo informações obtidas pela Jovem Pan, a entidade respondeu o ofício diretamente ao rubro-negro, mantendo o jogo para às 16h, sob o argumento de que o clube pode convocar seis atletas da base para se juntar aos 12 disponíveis e inscritos na partida. O Flamengo deve levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Nesta quinta-feira, o Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo se pronunciou a favor do adiamento, e prometeu acionar a Justiça caso o jogo não seja transferido para outra data. Desde o início da semana, quando o surdo de covid-19 no elenco do Flamengo veio à tona, o Palmeiras se posicionou contra o adiamento da partida. Na segunda-feira, o presidente Maurício Galiotte foi as redes sociais para dizer que "o protocolo adotado pela competição contempla situações desse tipo", e que "não há razão para que o jogo não aconteça".

O pedido foi feito pelo Fla na terça-feira, por meio de um ofício. Até a noite de quarta-feira, eram 27 casos positivos na delegação, entre jogadores e membros da comissão técnica e diretoria.

Discussão na CBF

Em meio à decisão sobre a realização ou não da partida por conta do surto da doença, a CBF se reuniu hoje com clubes e federações de todo o país para debater a volta do público nos estádios, que no Rio de Janeiro, é prevista justamente para uma partida do rubro-negro, contra o Athlético-PR, no dia 4. Os cartolas divergiram quanto à liberação em apenas alguns estados. Para eles, enquanto o poder público não permitir a presença dos espectadores em todos os estados, nada feito. Em São Paulo, por exemplo, o governo do Estado já descartou a possibilidade, por ora. A reunião acabou sem um consenso, e as partes devem ter um novo encontro em breve.

Fonte: JP

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